Experiência no Rio Grande do Sul evidencia a potência da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão na construção de alternativas ao modelo agroindustrial dominante.
Por Julia Mara Saggioratto, assessora de comunicação da Rede de Estudos Rurais.
O princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão previsto no Artigo 207 da Constituição Federal de 1988 é o tripé que qualifica as universidades brasileiras com o intuito de garantir a formação, a investigação e produção de conhecimento científico em constante diálogo e construção com as demandas sociais. A prática, no entanto, nem sempre é contemplada com as três perspectivas, verificando-se que “ou se enfatiza a produção do novo saber, ou a intervenção nos processos sociais, ou ainda a transmissão de conhecimentos na formação profissional” (MOITA; ANDRADE, 2009).
Apesar disso, quando esse princípio se concretiza no contexto universitário, torna-se notória a potência e os impactos produzidos pela articulação entre ensino, pesquisa e extensão. Itaqui é uma pequena cidade na fronteira oeste do Rio Grande do Sul, às margens do rio Uruguai, próxima à Argentina. A cidade abriga um dos dez campi da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), este com sete cursos de graduação e duas pós-graduações. Neste campus atua o Grupo Interdisciplinar de Estudos em Desenvolvimento Rural (GIEDER), coordenado pelos professores Vinicius Piccin Dalbianco, agrônomo, especialista em Agricultura Familiar Camponesa e Educação do Campo e doutor em Extensão Rural, e Nádia Rosana Fernandes de Oliveira, nutricionista, mestre em Extensão Rural e doutora em Nutrição em Saúde Pública. Conheça a página do GIEDER no Instagram.
O GIEDER é um grupo de pesquisa e extensão criado em 2021com o intuito de agregar projetos sobre as temáticas de desenvolvimento rural e segurança alimentar e nutricional que estavam sendo produzidos por professores da UNIPAMPA, campus Itaqui. O grupo opera de forma interdisciplinar combinando a atuação direta em projetos de extensão rural com a investigação e produção acadêmica, incluindo livros, cartilhas, materiais técnicos, produção de documentários e de conteúdos para as redes sociais, contribuindo com o debate acadêmico e político sobre desenvolvimento rural.

As três frentes estratégicas do grupo são o combate à pobreza rural, a promoção de sistemas agroalimentares saudáveis e sustentáveis [n1] e o desenvolvimento de bioinsumos para a agricultura familiar camponesa. Em entrevista para a Rede de Estudos Rurais, o professor Vinicius destaca que a primeira frente, de combate à pobreza rural, iniciou em um contexto de mudanças históricas na compreensão da atuação da extensão rural. Ele menciona que o surgimento da extensão rural se deu entre as décadas de 1950 e 1970 em meio ao processo da Revolução Verde, que se voltava para o desenvolvimento de grandes cadeias produtivas e se afastava do combate à pobreza rural e das famílias com maior vulnerabilidade. Esta conjuntura se agravou na década de 1980 com a extinção da Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Embrater), o que concentrou o serviço de extensão rural no âmbito privado. No livro “Uma nova extensão rural pública: a experiência pluralista e descentralizada da Assessoria Técnica, Social e Ambiental (Ates) no Estado do Rio Grande do Sul”, organizado pelo professor Vinicius junto a Pedro Selvino Neumann, Alisson Vicente Zarnott e Marco Antônio Verardi Fialho, publicado pela Editora Unijuí, se discute sobre a mudança na política de extensão rural neste período em que o governo brasileiro se isenta desta obrigação, o que fez com que cada estado criasse uma realidade diferente, situação em que uns conseguiram manter este serviço e outros tiveram sua extinção.
A retirada do Estado tornou visíveis outras instituições que passaram a exercer o papel de executoras dos serviços de extensão, o que pode ser constatado nos resultados de uma pesquisa nacional organizada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no ano de 2002, e que revelou que haviam no país mais de 5 mil instituições de caráter público e privado que prestavam serviços de extensão rural (MINISTÉRIO…, 2003, apud DALBIANCO et al., 2018, p. 20).
Este contexto se alterou novamente entre 2003 e 2004 com a criação do programa de Assessoria Técnica, Social e Ambiental (Ates), criado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), dentro da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER), com o objetivo de prestar assessoria técnica, social e ambiental às famílias de assentamentos rurais. Isso ocorreu em um novo cenário político, econômico e socioambiental que visava o desenvolvimento ambiental sustentável e inclusivo, se propondo a romper com a disseminação da Revolução Verde e fortalecer a agricultura familiar a partir dos princípios da agroecologia.
A partir dessa mudança, deu-se início à construção de uma nova política pública extensionista no país, elaborada por meio de um processo democrático e participativo de consultas e debates entre órgãos governamentais, movimentos sociais e entidades de ATER. Foram formulados novos princípios e diretrizes para a construção de um extensionismo mais comprometido com os sujeitos alijados da modernização conservadora da agricultura e com a busca da sustentabilidade no campo (DINIZ; HESPANHOL, 2014).
Foi neste cenário que o GIEDER iniciou sua atuação principalmente no estado do Rio Grande do Sul, tanto em assentamentos da Reforma Agrária como em comunidades rurais não assentadas que se encontravam à margem do alcance do Estado. “Aqueles que tinham condição de dar resposta eram atendidos pelos serviços públicos e privados e aqueles que não tinham condição de dar resposta à lógica do mercado, no Estado neoliberal, ficavam à margem do serviço”, menciona o professor Vinicius. Segundo ele, nos últimos quatro anos o grupo tem atuado dentro do Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, também chamado de Fomento Rural, uma política pública gerida pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), que exige do serviço de extensão rural uma atuação para a redução da pobreza.
De acordo com o último Censo Agropecuário, realizado em 2017, no Brasil existem mais de 5 milhões de estabelecimentos rurais, destes cerca de 3 milhões são famílias empobrecidas. O professor Vinicius destaca que no Rio Grande do Sul, dos mais de 360 mil estabelecimentos rurais, 80 mil estão em situação de extrema pobreza. São estas famílias, que não se enquadram dentro da chamada “agricultura familiar consolidada”, que não possuem vinculação ao mercado, que o GIEDER procura atender, abrangendo cerca de mil famílias em situação de extrema pobreza.
De modo articulado, o grupo sistematizou esta atuação na produção do livro “Agricultura Familiar Camponesa: Promoção do Desenvolvimento Rural e Cidadania”, de autoria do professor Vinicius e de Alessandro Carvalho Bica, que analisa as intervenções e as estratégias de extensão rural utilizadas junto às famílias atendidas dentro do programa Fomento Rural, estratégias, estas, que se diferem das utilizadas com famílias mais estruturadas. “A lógica não é trabalhar a extensão rural para que as famílias vendam o alimento para o mercado, é produzir alimento para elas consumirem, para se organizarem enquanto comunidade, enquanto movimentos sociais, para a promoção da cidadania”, destaca o professor. Segundo ele, quando a extensão rural tem esta finalidade é possível promover a cidadania no campo garantindo às famílias o acesso a políticas públicas de crédito e habitação por exemplo, assim como ao Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), instrumento fundamental para que famílias com maior vulnerabilidade socioeconômica acessem programas sociais como o Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida. Outro material originado a partir das ações do Programa Fomento é a “Cartilha de Apoio ao Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais” que tem como objetivo contribuir para o fortalecimento das atividades produtivas no meio rural, junto às famílias de agricultores e agricultoras e aos povos e comunidades tradicionais.

Ao mesmo tempo, o GIEDER também trabalha com a promoção de sistemas agroalimentares saudáveis e sustentáveis a partir de projeto em parceria com a Organização Pan-America de Saúde e o Ministério da Saúde, desenvolvendo ações no âmbito da promoção da alimentação adequada e saudável nos Serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural. Este projeto buscou identificar práticas e tecnologias de trabalho de extensionistas rurais de todo o território brasileiro, e foram construídos momentos de vivências e trocas de experiências com diferentes equipes e territórios. O objetivo é desenvolver estratégias educativas para a implementação do Guia Alimentar para a População Brasileira nos Serviços de ATER. Acesse aqui os materiais educativos de apoio.
Foram planejados materiais como cards, vídeos, banners e cartilhas para serem utilizados por extensionistas de modo a facilitar a abordagem da alimentação saudável junto às populações do campo, da floresta e das águas, adaptando-se às realidades locais e fortalecendo o seu papel como agente de transformação social. A obra “Práticas de promoção da alimentação adequada e saudável na Assistência Técnica e Extensão Rural”, por exemplo, lançada no Encontro da Rede de Estudos Rurais, aborda a alimentação enquanto temática essencial da atuação de extensionistas rurais e dos modos de vida de comunidades camponesas. O professor Vinicius menciona que atualmente o campo brasileiro se encontra sob domínio de grandes complexos agroindustriais em seu processo produtivo, retirando a autonomia do agricultor que acaba dependente do mercado para adquirir insumos e para vender sua produção dentro do sistema agroindustrial. Neste sentido, o Grupo tem realizado um estudo que busca analisar e promover o desenvolvimento das iniciativas de produção, comercialização e consumo de alimentos locais.
Aliado a isso, o GIEDER desenvolve também a Rede Estadual de Bioinsumos, que está inserida na Rede Nacional de Bioinsumos, criada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), a partir da Secretaria de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar (SEABI), uma iniciativa que busca fortalecer a agricultura familiar na transição para a agroecologia.
No Rio Grande do Sul a Rede de Bioinsumos é coordenada pela UNIPAMPA, que desenvolveu um método de trabalho para promover o uso dos bioinsumos para a agricultura familiar camponesa. De acordo com o professor Vinicius, dois principais problemas identificados a partir do trabalho junto à agricultura familiar são a contaminação de alimentos por agrotóxicos e o alto custo de produção dos alimentos. “A partir dos bioinsumos, começamos a desenvolver ações para reduzir o custo de produção dos agricultores e produzir alimentos mais saudáveis. Isso tudo com o apoio de extensionistas rurais”. Somado a isso, a temática da agricultura regenerativa também se insere na discussão na perspectiva da promoção da autonomia dos agricultores. Você pode conhecer mais das práticas do projeto no instagram @bioinsumos_unipampa_mda.
Essa reflexão também foi sistematizada pelo Grupo no livro “Agricultura Regenerativa: Processos e Sistemas da Fazenda Chiapeta (RS)”, de autoria de Alisson Vicente Zarnott, Pedro Selvino Neumann e Vinicius Piccin Dalbianco. O livro foi lançado no 11º Encontro da Rede de Estudos Rurais em setembro de 2025 em Vitória da Conquista/BA.

Comunicação, formação e disputa na universidade
O esforço de sistematizar de forma contínua as atividades desenvolvidas no campo pelo Grupo Interdisciplinar acontece no sentido de “dialogar com os dois mundos, com o mundo acadêmico e o mundo do campo”, como menciona Vinicius. Nessa perspectiva, o grupo elabora materiais que adéquam a linguagem às especificidades de cada público. Um dos materiais produzidos voltados para os agricultores é a cartilha “Boas Práticas para Produção de Bioinsumos”, uma iniciativa da Unipampa em parceria com o Instituto Federal de São Paulo, Campus Avaré e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, que foi lançado em paralelo ao livro “Sistemas Agroalimentares: Princípios e Inovações”, pela Editora Unijuí, que reflete sobre a diversidade de saberes e práticas que envolvem os sistemas agroalimentares a partir de uma perspectiva interdisciplinar. “Acho que é estratégico, inclusive dentro da Rede de Estudos Rurais, a gente avançar com ações de traduzir para as comunidades rurais e organizações o que a gente está fazendo, mas ao mesmo tempo, obviamente, mantendo o pé dentro da academia e cravando cunhas, como a gente diz, dentro do pensamento acadêmico, intelectual”, destaca o professor.
Além disso, outra estratégia importante desenvolvida é junto às redes sociais. No canal do YouTube do GIEDER encontramos documentários produzidos pela equipe de comunicação do Grupo. A equipe é coordenada por um jornalista, responsável também pelas produções para as redes sociais, que realiza as entrevistas e gravações das atividades nas ações realizadas no campo. Essa estratégia comunicacional tem sido percebida pelo Grupo com bastante entusiasmo. “Essa produção audiovisual tem sido importante para fazer esse diálogo tanto com a academia quanto com o rural. Na academia, a gente usa em sala de aula para os estudantes assistirem e faz debate sobre isso, porque a gente não consegue levar os estudantes em todas as ações que a gente faz, então a gente acaba usando o documentário também como uma estratégia de ensino”, pontua o agrônomo.
Para ele, dessa forma a universidade se aproxima ainda mais das famílias camponesas. Ele menciona que a Unipampa não é executora da política pública de extensão rural, e sim estimuladora no sentido de buscar recursos e coordenar os processos de execução da política. Além disso, o contato das comunidades com a universidade tem sido incentivo para que os jovens camponeses também busquem formação acadêmica já que grande parte desta população do campo empobrecida é bastante jovem. Ainda segundo o professor, as ações do GIEDER permitem que os envolvidos participem de uma disputa histórica dentro das Ciências Agrárias, que possuem sua concepção dentro de um contexto de conservadorismo voltado para a monocultura agroexportadora. Vinicius destaca que o contato com o campo e com pessoas que estão buscando trabalhar com outras maneiras de produzir alimento possibilita aos estudantes questionarem modelos ultrapassados que ainda são tidos como referência por professores. “Ele [o estudante] consegue se manifestar porque está tendo uma formação paralela, que é a extensão e a pesquisa”, ressalta.
A estratégia utilizada pelo Grupo, unindo a produção acadêmica e a produção de documentários com os processos práticos, também originou uma obra escrita, o livro “Sistematização de Experiências nas Ações de Extensão Rural e Universitária”, também pela Editora Unijuí. A metodologia é inspirada no modelo de sistematização de experiências de comunidades indígenas do México que data da década de 1950, trazida para o Brasil entre 1970 e 1980 pelo sociólogo e educador popular peruano-costarriquenho Oscar Jara. “Eu acho que esse é o grande desafio dos colegas pesquisadores, extensionistas do desenvolvimento rural, dos estudos rurais, que é a sistematização do que a gente faz, do que a gente produz para contribuir dentro das universidades”, sublinha. De acordo com ele, é muito comum que pesquisadores e extensionistas vão a campo apenas para coletar informações, o que pode gerar um constrangimento às famílias. Para o professor é importante que as equipes que vão até as comunidades façam diferença na vida delas, contribuindo com a melhora da qualidade de vida dessas pessoas.
Além disso, pelo contexto de marginalização em que essas famílias estão inseridas, é comum que tenham dificuldade em se abrir pela preocupação que o grupo que chega até sua casa possa prejudicar ainda mais sua vida já marcada pela desigualdade. Para isso, o GIEDER defende que as equipes que trabalham com as famílias sejam locais e conhecidas, além de preparadas para essa atuação. “Tem toda uma preocupação com a formação política e ideológica também das pessoas, de estudantes e colegas, […] se a gente tiver confiança da comunidade, das lideranças, das famílias, a gente consegue desenvolver um bom trabalho”, enfatiza Vinicius. Somado a isso, também há uma preocupação do Grupo com a formação e qualificação curricular dos estudantes.
Novos projetos e expansão das ações
Uma nova edição do projeto Fomento Rural será desenvolvida entre 2026 e 2027, contemplando mais 2 mil famílias em aproximadamente 80 municípios, sendo mil no Rio Grande do Sul e outras mil distribuídas em 15 estados brasileiros, com início previsto para maio. O projeto seguirá a mesma metodologia, que tem sido avaliada como um grande acerto. O projeto de Bioinsumos segue até o final de 2027, e prevê a instalação de 13 Unidades de Produção de Bioinsumos (UPB) em cooperativas e organizações de agricultores familiares camponeses no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com cerca de 550 famílias beneficiadas e 4 mil hectares de terra produzindo alimentos. “A gente chega com máquinas e equipamentos para produzir bioinsumos e com a formação. Isso mudou completamente a relação, porque as famílias conseguem visualizar concretamente o que está sendo feito”, ressalta.
E, para quem achou que já era bastante, o Grupo ainda prevê iniciar, em junho deste ano, um projeto que cadastrará 3.600 famílias pesqueiras para a criação de assentamentos extrativistas. A iniciativa integra uma nova ação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), voltada à criação de assentamentos e à vinculação das famílias aos créditos e às políticas públicas destinadas ao campo. O professor Vinicius garante que uma nova publicação do GIEDER fará parte dos lançamentos no próximo encontro da Rede de Estudos Rurais: “para o próximo encontro da Rede teremos várias novidades para compartilhar”. Ao concluir, ele destaca a importância de as universidades atuarem tanto no apoio à execução das políticas públicas quanto na disputa dos rumos da formação universitária.
Referências:
DINIZ, Raphael Fernando; HESPANHOL, Antonio. Da ABCAR à ANATER: trajetória e desafios da extensão rural para o Desenvolvimento Rural Sustentável no Brasil. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEÓGRAFOS, 7., 2014, Vitória, Es. Anais […] . Vitória, ES: Congresso Brasileiro de Geógrafos, 2014. v. 7, p. 1-12. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/308078363_Da_ABCAR_a_ANATER_trajetoria_e_desafios_da_extensao_rural_para_o_Desenvolvimento_Rural_Sustentavel_no_Brasil. Acesso em: 01 abr. 2026.
MOITA, Filomena Maria Gonçalves da Silva Cordeiro; ANDRADE, Fernando Cézar Bezerra de. Ensino-pesquisa-extensão: um exercício de indissociabilidade na pós-graduação. Revista Brasileira de Educação, [S.L.], v. 14, n. 41, p. 269-280, ago. 2009. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/s1413-24782009000200006.
Uma nova extensão rural pública: a experiência pluralista e descentralizada da Assessoria Técnica, Social e Ambiental (Ates) no Estado do Rio Grande do Sul / organizadores Vinicius Piccin Dalbianco… [et al.]. – Ijuí : Ed. Unijuí, 2018.